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Físico
Por enquanto, nada aqui.
Eu não sei o que são Eu não sei o que são, não (não) Eu não sei o que são Eu não sei o que são (não, não) Eu não sei o que são Eu não sei o que são, não (não) Eu não sei o que são Eu não sei Pensando em voltar, acabou que desisti Sem ter que forjar, sem ter que fingir Luzes piscando no teto e eu não sei o que são Rótulo nas coisas que eu não sei o que são Enfileiramentos e eu não sei quem são Acenderam velas não sei pra qual santo foi Naquela noite a Light nem tinha cortado a luz Pode parecer que eu fiz na pretensão mas juro que não Eu não sei quem são, muito menos quantos são Luzes piscando no teto e eu não sei o que são Rótulo nas coisas que eu não sei o que são Enfileiramentos e eu não sei quem são Eu não sei o que são Eu não sei o que são, não (não) Eu não sei o que são Eu não sei o que são (não, não) Eu não sei o que são Eu não sei o que são, não (não) Eu não sei o que são Eu não sei Pensando em voltar, acabou que desisti Sem ter que forjar, sem ter que fingir Eu andei pensando em voltar, acabou que desisti Sem ter que forjar, sem ter que fingir
Morri na praia sem nadar, sequei sem ter vento algum Pra que toalha? Parábola dos cinco filhos A fumaça, o surto, a falta, ainda tem os gêmeos, férias… Julho, Janeiro, 180º no círculo do Sol Num país tropical, não sei jogar futebol Aprisionamento pra quem não porta os dol Acabe já com peneiras de ouro, ninguém é dono, só tolo, socorro… No sonho de ontem voei pra bem longe Um pássaro me levou, fui comida de filhote Como um tiro na culatra, só sai pela cloaca algumas horas após
Vejo tanta merda superestimada Talvez seja melhor dar uma estudada Vala digital, um fractal do todo Saí pra rua e quis voltar pra casa Não aconteceu o que eu mais esperava Pelo menos lá tinha um sofá Dar uma relaxada Dar uma relaxada Dar uma relaxada Cinco pessoas pulavam no sofá Uma caiu com a cabeça no chão O Lessa ligou pro médico e ele disse Nada de iniciantes pulando no sofá… Quatro pessoas pulavam no sofá Uma caiu com a cabeça no chão O Lessa ligou pro médico e ele disse Nada de iniciantes pulando no sofá…
Crise, crise, crise, todo mundo na fila do banco, 24 horas Faz calor no lado de fora Faz calor no lado de fora Por que mesmo embaixo de um teto as roupas secam? Com paredes existindo ao mesmo tempo digo Penso no recheio úmido das mesmas E nas frutas que apodrecem expostas no mesmo cômodo Não calculado, o fluxo se da como passos Numa escada rolante, por sua vez desligada O marcar das pegadas, no cimento fresco pisaram Crianças desavisadas, nada engraçadas Crise, crise, crise, todo mundo na fila do banco, 24 horas Faz calor no lado de fora Faz calor no lado de fora Crise Sangue seco na camisa, boca seca Bêbado na pista, ainda era terça Metrô-Rio congelado até o talo E as ideias aceleradas Pensando em problema, mente cheia de merda Acordar, mais uma dose de café pra despertar As neurose circular, esse mal que é secular Varrer a casa pra desestressar Meus demônios tão me olhando e quer que eu vá e abra mais uma Beba duas, peça vodka na terceira, bote o tênis e vá pra rua Um som alto me tira de casa Se quer me achar me procure num bar de cerveja barata Hoje a lua guia meu caminho na calçada e eu juro que paro na volta Crise, crise, crise, todo mundo na fila do banco, 24 horas Faz calor no lado de fora Faz calor no lado de fora Crise
Coceira na cabeça questionando o porquê Tudo que você faz é pra comer alguém ou alguém de comer Frigideira e manteiga, faz o que tu quiser, ou puder No reflexo do fogão, quem você é? Escabim quando mais novo, não era pra eu ter essas duvidas Vieram os hormônios, piolhos e lêndeas, sugando os neurônios Será que é esse o motivo de um sonho ruim? Não pergunte pra mim, tenho medo de ser fatal Não acredito, não leio jornal, muita mentira eu passo mal Acredito nas nuvens devolvendo limpas as águas impuras que ninguém se afogou E é por isso que as gotas voltam Pra inundar o chão seco que você pisa e fazer mais comida Coceira na cabeça questionando o porquê Tudo que você faz é pra comer alguém ou alguém de comer Frigideira e manteiga, faz o que tu quiser, ou puder No reflexo do fogão, quem você é?
Quilômetros andados na madrugada Passos circulares distante de casa Quilômetros andados na madrugada Passos circulares longe de casa Ou perto de casa, passos circulares dentro de casa Quilômetros andados na madrugada Madrugada Já não preciso de colírios nem de nada que arda minhas vistas antes de amenizar Lágrimas e zumbidos invadindo a sala da casa ou qualquer outro lugar Na negligência em juntar alguns trocados pois tudo que eu ganho eu gasto Acredite se quiser, tá bem longe de virar Contudo tento ler rastros camuflados, desvio de buracos Nessa trilha estreita não sei se vivo eu vou voltar Quilômetros andados na madrugada Passos circulares distante de casa Quilômetros andados na madrugada Passos circulares longe de casa Ou perto de casa, passos circulares dentro de casa Quilômetros andados na madrugada Madrugada
Peso de porta pedindo passagem Períodos prolongados, precisa precaução Percebi um Pavão na praça pública Perto do perímetro proposto pra pesquisa Entenda esses exemplos Estamos esquivando de um eterno embate Erro ao escolher elogiar-te Esqueci de encontrar com meu ego na esquina Rodopiei rente a retalhos, retardando o retrocesso Ruim respiro resmungando Reconheço que relaciono-me com o ridículo Represento a rara reação que reduzi Deduzi dores dilatando e dividindo em duas a dimensão Distribuo diamantes, desenterro dinamites Dissolvendo dogmas ao deslocar-me Domínios e declínios desajustados Apurei a ambição que avançou no agora Alimento antigo, abrigo pros amantes Atingi o âmago através de auxilio Aprendi a admirar acidentes e acasos Ossada, olho nos olhos do ontem Oráculo, orbital e orgânico Onde o objetivo são ornamentos de ouro Ouço que em outrora o objeto se fez olho Perdi o pavio pelo passar da prosa, pasmem Procurei pela placa, pare Pensei na pane, pai pai Estive no entorno ecoando estresse a esmo Evitei entraves, me esgueiro Enquanto em exemplos enxergo eu Rindo do ridículo, (hahaha, hahaha) Roo o rito ríspido, a roupagem e o ritmo Recuo rapidamente rente ao rumo do restrito Dialogo com os dados Digo, dengos demais Desafio a dor diretamente de dentro Demorar me deixa dano, danado demais desde uns dias Devolva-me o dia e o dom Amantes anti-armas, armaram-me a arapuca, alô Atento a arbitrariedade, amor Anseio atitudes atrasadas Ora não ouço na ocasião Obstinada e outorgada a obedecer ordens Onde ostentas um obnóxio Ouso ofegar…
Sei lá, sei lá o que dizer Tenho mais, bem mais o que fazer Sei lá, sei lá o que dizer Tenho mais, bem mais o que fazer Me fiz perguntas demais e algumas são difíceis de responder Me desequilibro nas cordas bambas vocais e eu sei por que Sei lá, sei lá o que dizer Tenho mais, bem mais (...)
Já era de manhã, fui dormir ontem Passei do ponto, contei até 100 Tá chegando a hora de ficar bem Domingo não tem feira no nome Mas na rua tem Segunda não tem feira, mas no nome tem Terça e Quarta tem feira no nome, mas na rua nem um sinal Na minha área Quinta tem feira na rua e no nome Sexta só tem feira no nome Sábado é dia de fazer um corre, porque Domingo tem Já era de manhã, fui dormir ontem Passei do ponto, contei até 100 Tá chegando a hora de ficar bem Domingo não tem feira no nome Mas na rua tem
Quase todas vezes que tentei fugir funcionou, não dá pra negar Posso me iludir, posso te enganar Tipo agora aqui ou noutro lugar Mas tudo tem um preço na balança Tipo abraçar a cobrança Subir no tronco da Amendoeira Mas a copa pode não te aguentar Sei lá de que mentiras você se alimentou E se a subida serviu para perder calorias de culpa
Fruta boa é a que os insetos comem O que significa ter picadas de mosquito em todo o corpo? Saúde ou única opção do cardápio? Legumes podem transbordar um prato Cardumes reencontram-se na mesa Cabeças de porco tem muitas pessoas A troca é infinita onde o caos é gigantesco Longe de todas as coisas que te cercam você não é o mesmo Longe daquelas pessoas que te invejam você não é o mesmo Eu brisei no lampejo desenhado pelas nuvens carregadas Pedras afiadas carregam mistérios Cemitérios, antro do efêmero Nada é eterno, nem mesmo o tempo O deus-verme se alimenta de tudo que resta O que não passa na fresta Tava suave até ontem mas hoje não presta Devia ter escrito na minha testa que… Por isso eu sempre escondo a sobremesa Evito que me privem desse trato Vivência de quem tem pouca certeza Mordo mas o sabor parece opaco Picoto o flow com a faca e como o queijo Você não menciona nada de desejo Parece piada… eu olho mas não vejo Asas rodeiam enquanto eu lampejo Embaixo um balde d’água, vai se perder no espelho Duvido que se pague, larga essa mão do terço Daqui não sobe nave, vai se apertar no beco Chutos mas não na trave, vou acertar em cheio Esqueça o sabor da fase, lembre sempre do medo que: Fruta podre é o que os vermes comem Por isso eu sempre vejo vermes de barriga cheia Você disse que tava farto do ontem Me diz qual era o prato que te serviram na ceia